Publicado por: pedroms70 | Janeiro 19, 2012

Mas quais os requisitos do Windows 8?

Com o Windows 8 à porta muitos fabricantes preparam os seus equipamentos para estarem compatíveis com esta nova versão do Windows. Para terem a certificação Microsoft é necessário cumprirem um conjunto de requisitos no hardware que essas máquinas vão ter.

A Microsoft, como sempre faz com os seus sistemas operativos, definiu esses requisitos e apenas dará o seu aval aos fabricantes que os cumpram. Para o Windows 8 esses requisitos foram publicados no final do ano passado e preparam as novas máquinas para estarem capazes de o usar em pleno.

A lista de requisitos será usada pelos fabricantes para garantirem que as máquinas que vão colocar no mercado estão conforme o que a Microsoft espera e vão dar ao utilizador a capacidade de usar o Windows 8 num ambiente adequado e com todas as funcionalidades esperadas disponíveis.

Podem ter acesso à a lista total dos requisitos nesta página e descarrega-la para uma melhor análise. Aí estão também disponíveis os requisitos do sistema, dos dispositivos e dos filtros de Drivers.

Abaixo apresentamos alguns dos pontos mais importantes e que podem gerar alguma celeuma por parte dos fabricantes e dos utilizadores.

  • Digitação de 5 pontos – Os dispositivos móveis que pretenderem ter a certificação Windows 8 vai ter de ter suporte para receber input de 5 dedos. Notem que a maioria dos dispositivos actualmente no mercado apenas suporta 2
  • NFC “touch marks” – Deve estar disponível um marcador onde outros dispositivos se possam ligar via NFC. Actualmente não existe esta obrigatoriedade nos equipamentos e a procura deve ser feita de forma manual
  • Botões no Hardware – A Microsoft passa a exigir que esteja presente no hardware os seguintes botões:
    • Power
    • Bloqueador de rotação
    • Tecla Windows
    • Aumentar Volume up
    • Diminuir Volume

A Tecla do Windows pode ter diversas formas e deve ter no mínimo 10.5 mm.

  • Nova combinação de botões para CTRL + ALT + DEL – Para além da utilização do teclado virtual, passa a ser obrigatória uma nova sequência para desbloqueio de uma máquina. A sequência escolhida é Windows Key + Power
  • Requisitos de Hardware – Os requisitos de hardware que a Microsoft costuma impor aos parceiros é por norma elevado. Desta vez não é excepção.
    • Disco: Pelo menos 10GB de espaço livre após instalação do SO
    • Firmware de sistema: UEFI
    • Rede: WLAN e Bluetooth 4.0 + LE (low energy)
    • Gráficos: Direct3D 10 com dirver WDDM 1.2
    • Resolução: 1366×768
    • Suporte Touch: Pelo menos 5 pontos de toque
    • Câmara: 720p
    • Sensor de luz ambiente: 1-30k lux
    • Magnetómetro
    • Acelerómetro: 3 eixos
    • Giroscópio
    • USB 2.0: Pelo menos um controlador e uma porta
    • Colunas
  • Upgrade de drivers sem reboot – Apesar de a Microsoft obrigar desde o Windows Vista ao upgrade de alguns drivers sem reboot, no Windows 8 esta obrigatoriedade alarga-se aos drivers gráficos.
  • Recuperação do sistema em 2 segundos – A Microsoft passa a obrigar que os sistemas que forem desenhados para o Windows 8 passem a fazer um arranque, passagem de Standby a pronto para usar, em apenas 2 segundos. Esta obrigatoriedade é no entanto limitada à arquitectura Intel. No caso da arquitectura ARM não existe um tempo definido.
A lista de requisitos que a Microsoft apresentou para o seu Windows 8 prepara-o para estar presente num largo conjunto de equipamentos, em particular para os tablets e PC’s all-in-on.
Apesar desta lista de requisitos ser muito taxativa no que os fabricantes devem disponibilizar para terem a certificação Windows 8, este sistema operativo estará disponível para a maioria do hardware recente, à imagem do que aconteceu com o Windows 7.
A data da disponibilização do Windows 8 beta está para breve e muito se espera dessa versão. Pode ser uma revolução na mesma medida que o Windows 7 foi, mas desta vez com os objectivos apontados ao mercado dos dispositivos móveis.
Noticia In PPLWARE

O fundador da Wikipedia, Jimmy Wales, confirmou, esta segunda-feira, que a versão inglesa da enciclopédia digital vai juntar-se ao protesto contra uma proposta de lei anti-pirataria nos EUA, suspendendo o funcionamento por 24 horas na quarta-feira.

Das 5 horas de quarta-feira às 5 horas de quinta (horas de Lisboa), a Wikipedia vai encerrar, à semelhança de outros serviços, como o reddit, depois de Jimmy Wales o ter anunciado na sua conta de Twitter: “Espero que a Wikipedia derreta os sistemas telefónicos em Washington na quarta-feira. Digam a toda a gente que conhecerem!”

De acordo com o fundador da Wikipedia, mais de 100 milhões de pessoas serão afectadas pelo corte, com a suspensão do serviço nas outras línguas a ser deixada à escolha das respectivas comunidades.

“Alerta aos estudantes! Façam o vosso trabalho de casa cedo. A Wikipedia vai protestar contra a lei má na quarta-feira!”, escreveu Jimmy Wales no Twitter hoje à tarde.

A proposta de lei “Parem a pirataria online” (“Stop Online Piracy Act”, ou SOPA, no acrónimo original) tem sido fortemente contestada nos Estados Unidos, desde activistas a empresas de Silicon Valley, tendo a Casa Branca mostrado a sua oposição na semana passada.

Enquanto várias empresas de conteúdos encaram a lei como importante para a protecção dos direitos de autor, as tecnológicas opõem-se ao documento pelo que alegam ser uma intrusão no seu trabalho.

Uma página intitulada “Luta pelo futuro”, com 116 mil seguidores no Facebook, acusa a lei proposta de poder “quebrar a Internet” por causa das “imensas maneiras de como vai refrear a liberdade de expressão e inovação”, segundo o modelo da carta que têm enviado aos membros do Congresso.

In http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=2244675&page=-1

Publicado por: pedroms70 | Dezembro 5, 2011

Um pouco de história da Google(In Pplware)

A Google é uma das maiores empresas mundiais, tendo o seu negócio totalmente alicerçado na Internet e nos serviços que nela fornece. Tudo começou em 1996, quando Larry Page e Sergey Brin se conheceram na Universidade de Stanford.
Os seus trabalhos, como estudantes de Engenharia de Sistemas Informáticos em Stanford, começam num motor de pesquisa denominado BackRub, que funcionou durante mais de um ano nos servidores de Stanford, até começar a consumir demasiada largura de banda para as necessidades da universidade.

Em 1997 Larry e Sergey decidem que o motor de pesquisa BackRub precisa de um nome novo. Depois de alguma reflexão, optam por Google, um jogo de palavras com o termo “googol”, um termo matemático para o dígito 1 seguido de 100 zeros.
A utilização deste termo reflete a missão de ambos: organizar uma quantidade infinita de informação e disponibilizá-la na Web.
Após conseguirem de Andy Bechtolsheim, co-fundador da Sun, um cheque no valor de 100.000 dólares, a Google passa a existir como empresa e tem o seu primeiro escritório na garagem de Susan Wojcicki.
Esta é apenas mais uma história, igual a tantas outras de muitas outras empresas. Mas neste caso o sucesso foi o que todos conhecemos. A Google cresceu até se tornar o gigante que é hoje em dia.
Vejam no vídeo abaixo os momentos mais marcantes da vida desta empresa. São 3 minutos onde se resumem os momentos chave da empresa de Mountain View.
Tal como o fim do vídeo, a pergunta “What’s Next Google?” é frequentemente feita. O que mais pode esta empresa apresentar ao Mundo e à Internet. Sempre que é apresentado um novo produto inovador e revolucionário esta pergunta é levantada.
O que nos vai apresentar a seguir a Google? Com certeza que não parará de inovar e de nos surpreender. E nós, os utilizadores dos seus serviços, só podemos agradecer por isso!

Artigo lançado no site PPLWARE

 

Publicado por: pedroms70 | Setembro 29, 2011

A melhor postura em frente ao Computador!!!

A facilidade que os portáteis vieram trazer à nossa vida é inegável. Em qualquer lugar e em qualquer momento podemos ligar o nosso computador e trabalhar ou ter um momento de diversão. Naturalmente que ao podermos ter o nosso computador em qualquer lugar obriga-nos a estamos limitados às condições que temos disponíveis.

As posições em que usamos os portáteis nem sempre são as melhores e nós tendemos a esquecer-se disso. Apenas nos lembramos quando as dores nos começam a atacar o corpo e deixamos de nos sentir tão confortáveis. Existem pequenos truques e dicas que podemos usar no nosso dia-a-dia e que nos evitam dores no momento e problemas mais tarde. Vamos então aprender um pouco sobre a forma correcta de usar os nossos computadores.


Durante a utilização de um computador portátil, temos a tendência a usá-lo de qualquer forma e não nos preocupamos com a nossa posição. Não a devemos descurar e são fáceis as medidas a serem tomadas para que essas utilizações sejam isenta de problemas.

A Vodafone Espanha disponibilizou recentemente dois vídeos que permitem entendermos os problemas associados à utilização dos computadores portáteis de forma incorrecta e, principalmente, a qual a forma simples de o utilizarmos e corrigirmos eventuais posições incorrectas.

São esses dois vídeos que vos vamos apresentar hoje. São fáceis de entender e de assistir. Facilmente vão poder identificar situações do vosso dia-a-dia em que cometem esses erros de postura.

O primeiro vídeo retrata a forma correcta de usarem o vosso portátil dentro de casa, nas muitas situações possíveis.

Depois de tratada a utilização do portátil dentro de casa, é chegada a hora de verem as boas que devem tomar se estiverem em mobilidade. Desde a simples utilização enquanto esperam por um comboio ou num hotel onde têm de trabalhar. Mais uma vez são dicas simples e que podem ser usadas com recurso a objectos que podem encontrar com extrema facilidade.

Esperamos que com estes vídeos consigam melhorar a vossa postura e tratarem um pouco melhor da vossa ergonomia. São pequenas dicas que ao final de algumas horas de utilização de um computador portátil vos vai evitar terem dores e mal estar.

Lembrem-se também que o acumular destas situações pode trazer-vos complicações graves ao fim de algum tempo. Gastem algum tempo a colocarem-se numa posição confortável e com certeza vão conseguir trabalhar mais tempo e, principalmente, vão conseguir ser mais produtivos.

 

Todos os dias aparecem novidades tecnológicas. A Internet é, nos dias de hoje, um excelente veículo para apresentar ao mundo projectos como o que vamos conhecer hoje.
No final do ano passado apresentamos aqui o projecto LVX – Internet sem fios transmitida por luzes (aqui) que segundo o CEO da empresa LVX “a tecnologia LVX suporta actualmente taxas de transmissão na ordem dos 3 Mpbs, estando já previsto para 2011 taxas superiores para concorrer com as tecnologias sem fios actuais”.
Recentemente, Harald Haas demonstrou durante uma apresentação no TedTalks como é possível passar informação através de lâmpadas. Vamos ver como funciona.

 

Vocês sabiam que nós temos cerca de 1,4 milhões de torres a funcionar como bases de transmissão rádio para dispositivos móveis? …. e que no mundo existem cerca cinco mil milhões de dispositivos móveis actualmente operacionais que geram cerca de 600 terabytes de dados todos os meses? Impressionante não é! 
No entanto, a comunicação através de ondas rádio tem algumas limitações como a capacidade, eficiência, disponibilidade e segurança. Foi nesse sentido que que Harald Haas decidiu investigar a possibilidade de aproveitar os lâmpadas LED para transmissão de informação.
A apresentação, disponível em vídeo, do investigador Harald Haas tem já cerca de 443.157 visualizações e é de facto impressionante ver para onde caminhamos a nível de tecnologia. O vídeo tem disponível legendas em PT (Brasil).
Ver aqui o Video 

 

Muito são os estudos realizados no âmbito da informática e muitos deles são no mínimo “invulgares”. Recentemente, a empresa AptiQuant divulgou um estudo designado de “Intelligence Quotient (IQ)) and Browser Usage”, onde conclui que os utilizadores que usam o Internet Explorer possuem um QI (Quociente de inteligência) menor, quando comparado com o QI dos utilizadores que usam outros browsers.(pplware.sapo.pt)

Mas a que se deve tal conclusão?

Tal como referido, o estudo foi levado a cabo pela empresa canadense AptiQuant e envolveu mais de 100 mil Internautas com idades superiores a 16 anos. Os testes foram realizados online, apenas em países de língua inglesa, e decorreram de uma forma natural sem que os utilizadores percebessem que a finalidade era a avaliação do seu QI

Resultados: Media de QI por Browser

Como podemos ver pelo gráfico seguinte, a média de pontuação relativamente ao QI é menor para utilizadores que usam qualquer versão do IE (para as versões IE6 e IE7, o QI dos utilizadores ronda os 80 pontos) comparativamente aos que usam outros browsers. Lembramos que o IE6 foi lançado em 27 de Agosto de 2001 e foi o browser mais usado durante o seu “reinado” (superando mesmo o Internet Explorer 5.x). Atingiu um pico de utilização de 80% nos anos de 2002 e 2003. Foi caindo lentamente até 2007, ano em que perdeu cerca de metade da sua fatia de mercado para o Internet Explorer 7 e Mozilla Firefox entre o final de 2006 a 2008.

O estudo em causa vem comprovar que os utilizadores com menor QI são os mais resistentes à mudança ou actualização de software. Os que possuem um QI mais elevado tentam ter sempre as versões mais recentes e estão atentos às actualizações de segurança que vão sendo disponibilizadas.

Em 2010 anunciámos aqui o funeral online do IE6 e já em 2011 apresentámos um countdown disponibilizado pela própria Microsoft (ver aqui) para acabar de vez com o IE6.

Ver Estudo: http://www.aptiquant.com/IQ-Browser-AptiQuant-2011.pdf

Apesar de este não ser um assunto novo, a relação entre a utilização dos telemóveis e o risco de cancro tem sido tema em destaque nos últimos dias.

Há cerca de quatro semanas a Organização Mundial de Saúde (OMS) considerou que a utilização do telemóvel pode aumentar o risco de alguns tipos de cancro no cérebro. A OMS classificou o telemóvel como categoria 2B (categoria onde se encontra o níquel, clorofórmio, o fumo de combustíveis, chumbo, entre outros).

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A posição tomada pela OMS surge depois do anúncio dos resultados dos estudos epidemiológicos que 31 cientistas de 14 países distintos levaram a cabo. Os estudos foram realizados com base nos hábitos de 350 mil pessoas e apesar de ainda não existirem conclusões concretas, é importante mudar alguns dos nossos hábitos! Nesse sentido, deixamos aqui alguns conselhos que foram partilhados por investigadores e médicos e que temos vindo a recolher ao longo dos últimos dias.

Alguns conselhos para utilização do telemóvel
  • Se possível, usar sempre auricular de forma a manter o equipamento afastado da cabeça;
  • Se o telemóvel tiver pouca rede, evite realizar/receber chamadas;
  • Tente estar pouco tempo ao telefone;
  • Mantenha o telefone afastado da cabeça até ao primeiro sinal de chamada (é nesse momento, que a radiação é maior);
  • Não utilize o telemóvel quando este estiver a carregar a bateria;

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Depois de mais um alerta relativamente à utilização do telemóvel e problemas que podem advir, é agora que vai mudar os seus hábitos e passar a usar o telemóvel de forma “controlada”?

in: www.peopleware.pt

À procura dos melhores tarifários para quatro diferentes perfis de consumidor, com custos mensais a partir dos 10 euros.

Tentar encontrar uma agulha num palheiro pode ser uma tarefa difícil. Mas encontrar o tarifário de telemóvel mais adequado ao perfil de cada consumidor não é uma missão mais fácil. A multiplicidade de tarifários e de operadoras que existem no mercado veio ampliar a oferta disponível para o consumidor português, o que é um factor positivo. Mas a variedade trouxe um problema: torna difícil a comparação de preçários entre as várias operadoras móveis. Até agora, existia apenas um simulador que permitia identificar de forma rápida o melhor tarifário para cada consumidor: o da Deco. Mas desde a última semana que existe um novo simulador que promete tornar a vida dos consumidores mais fácil. A entidade reguladora para o sector das telecomunicações, a Anacom, passou a disponibilizar no seu site vários simuladores, entre eles, um simulador de consumos para telemóveis.

O Diário Económico analisou quatro perfis diferentes de consumidor- um consumidor que utiliza pouco o telemóvel, outro que faz um consumo mais intenso, outro que utiliza o telemóvel para trocar SMS (e sobretudo para dentro da mesma rede) e, por último, o caso de um consumidor que faz chamadas para todas as redes. Como o simulador da Anacom ainda não reúne os tarifários de todas as operadoras móveis, nem inclui os tarifários que podem ser construídos pelo próprio cliente junto da operadora (caso do Self-service da TMN, do Vodafone Online no caso da Vodafone e do Optimus Online no caso da Optimus), optámos por utilizar o simulador da Deco para este efeito. Os dados que constam neste simulador foram actualizados no passado mês de Abril. Foram analisados apenas os tarifários pré-pagos e aqueles cuja subscrição não está dependente da contratação de outro serviços. Além dos preçários dos grandes operadores como a TMN, Vodafone e Optimus, foram incluídos sempre que possível os tarifários dos operadores móveis virtuais como a Zon Mobile e a Phone-ix (CTT), e ainda os tarifários de marcas ‘low cost’ como a Uzo, Vodafone Directo ou Continente Mobile. Os tarifários dos clubes de futebol também foram considerados.

As simulações mostram que optar por ter o melhor tarifário em detrimento do tarifário mais penalizador pode levá-lo, no extremo, a poupar até 99 euros por mês. Um número a comprovar que ter o trabalho de comparar preçários compensa. Porque o mesmo tarifário pode ser muito bom para o seu vizinho mas ser um pesadelo para a sua carteira. Tudo depende de vários factores: se faz muitas ou poucas chamadas, se elas são de curta ou longa duração, se faz muitas chamadas para dentro da própria rede ou para as outras redes. Mas não basta ter em conta apenas o perfil de utilizador. É preciso ter em conta outros factores: “Ao escolher o tarifário mais adequado os consumidores devem ainda ter em conta os custos mensais fixos com os telemóveis. Porque poderemos ter o caso de um tarifário com preços baixos nas chamadas mas que exija um carregamento mensal fixo de 15 euros. Trata-se de um encargo que pode pesar nos orçamentos e não ser o mais vantajoso para o consumidor”, refere Paulo Ramos do O, especialista da Deco Proteste para esta área.

Apesar de não existirem tarifários perfeitos e adequados a todas as pessoas, há alguns preçários que, nas simulações efectuadas, se destacaram em vários perfis. É o caso dos tarifários ‘low cost’ como é o da Uzo (da TMN), da Vodafone Directo e da Optimus Pop (antiga Rede 4) que figuraram ser a melhor opção para o perfil de consumidor de uso intensivo de telemóvel e para o perfil de quem liga para todas as redes. As conclusões das simulações realizadas permitem verificar que nem sempre recorrer aos pacotes pré-definidos das grandes operadoras compensa. Em vários perfis, recorrer a um tarifário ‘low cost’ de uma operadora móvel virtual ou construir o seu próprio tarifário junto da operadora sai mais barato. Isso ficou especialmente visível no caso dos consumidores que utilizam pouco o telemóvel e também naqueles que comunicam para todas as redes.

Apesar disso, tanto os tarifários ‘low cost’ como os preçários feitos à medida não estão isentos de desvantagens. O especialista da Deco Proteste refere que estes tarifários exigem por norma carregamentos mensais e, a maioria, tem a facturação ao minuto. Ou seja, se um consumidor falar durante 62 segundos, pagará dois minutos de conversação.
Se estiver a pensar em mudar de tarifário fique a saber que as principais operadoras passaram a poder cobrar cinco euros a quem pretender mudar de tarifário. Um facto de Paulo Ramos do O classifica como “entrave à mobilidade dos consumidores”.

Os tarifários mais competitivos para quatro diferentes perfis

Para quem usa pouco o telemóvel
Se não é um utilizador intensivo do telemóvel, faz poucas chamadas e envia poucos sms- e sobretudo para a sua própria rede-a sua factura mensal com o telemóvel pode ser bastante reduzida: cerca de 10 euros por mês. Na simulação é possível verificar que, para estes casos, compensa não recorrer aos pacotes de tarifários já pré-definidos pelas operadoras, mas construir o seu próprio tarifário. Foi tido em conta o seguinte cenário: 30 chamadas por mês, sendo que 70% são para a própria rede, 20% para rede fixa, 10% para outras redes e 30 SMS por mês, sendo que 70% são para dentro da própria rede. Por exemplo, se o seu número pertencer à rede TMN e fizer a maior parte das comunicações para dentro da própria rede então o tarifário mais competitivo será o self-service. Já se pertencer à Vodafone e Optimus e fizer chamadas sobretudo dentro da própria rede então os tarifários mais adequados serão o Vodafone Online e o Optimus Online. Mas há ainda outras opções a ter em conta. O Diário Económico analisou ainda os tarifários mais vantajosos a ter em conta, independentemente da rede que mais utiliza. E há um dado que salta à vista: os tarifários ligados aos clubes de futebol (Sporting Mobile, Dragão Mobile e Benfica Telecom) apresentam tarifários vantajosos para este perfil. O mesmo acontece com o UZO Original da Uzo: ambos apresentam um consumo mensal estimado em 10,31 euros.

Para quem fala muito ao telemóvel
Se pertence ao clube dos consumidores que não podem viver sem telemóvel e faz um uso mais intensivo deste aparelho, realizando várias chamadas e SMS por dia, então os tarifários das chamadas operadoras ‘low cost’ podem ser uma solução à sua medida. Para o caso simulado no site da Deco foi tido em conta o cenário de uma pessoa que faz em média 140 chamadas de maior duração por mês, sendo que 70% são para a própria rede, 20% para outras redes e 10% para rede fixa. Cerca de 50% das chamadas são feitas à noite ou durante o fim-de-semana. Além disso, o caso contempla ainda o envio de 60 SMS por mês, sendo que 70% são para a própria rede. As conclusões saltam à vista, seja qual for a sua operadora, os tarifários que mais compensam em qualquer caso são: o Uzo 8 Cêntimos da Uzo, o 8 Cêntimos da Vodafone Directo e o Optimus Pop 8 Cêntimos da Optimus. Todos estes três tarifários praticam valores iguais. Ou seja: oito cêntimos por minuto para as chamadas para a qualquer rede e oito cêntimos para sms para qualquer rede. Para ter a estes tarifários, as operadoras pedem um carregamento de 15 euros por mês. Além de especificar estes tarifários na tabela em baixo, o Diário Económico deixa-lhe ainda três tarifários alternativos a ter em conta para este perfil para quem fala sobretudo para as três principais operadoras: TMN, Vodafone, Optimus.

Para envia muitos SMS e fala para a mesma rede
As mensagens escritas (SMS) revolucionaram o panorama das comunicações. Os números do Barómetro de Telecomunicações da Marktest de Abril do ano passado mostravam que em média os portugueses enviavam por semana 96 SMS. Mas a utilização dos SMS entre os jovens é ainda mais popular. Tendo em conta essa realidade, o Diário Económico fez simulações junto do simulador da Deco para saber quais os tarifários mais adequados a um consumidor jovem que tenha o seguinte perfil: 30 chamadas por mês, sendo que 80% são para a própria rede , 10% para a rede fixa e 10% para as outras redes, 870 SMS , sendo que 80% são para a própria rede e os restantes 20% para as outras redes. Foi tido em conta que a maioria dos SMS é para as comunidades especificas como a Moche (TMN) Yorn (Vodafone) ou TAG (Optimus). Sem surpresa, os resultados mostraram que os tarifários ligados a estas comunidades específicas são os mais vantajosos. Estes tarifários destacam-se pelo facto de preverem chamadas e sms gratuitos para os números dentro da mesma comunidade. Mas para terem acesso a estes tarifários durante 30 dias, os consumidores têm de fazer carregamentos mínimos que variam entre os 12,5 euros e os 15 euros.

Para quem fala para todas as redes
Neste último caso, o Diário Económico não seleccionou os tarifários mais baratos do mercado, mas optou por seleccionar o melhor tarifário dentro de cada operadora para quem queira falar para todas as redes. E são muitos os tarifários que fazem preços iguais para todas as redes. As excepções a esta regra são o Vodafone Online, o Self-service da TMN e o tarifário Família da Phone-ix. Outro ponto em comum tem a ver com o facto da maioria dos tarifários seleccionados preverem um carregamento mínimo obrigatório mensalmente para se ter acesso a estas tarifas {entre 10 e 15 euros). No campo das chamadas de voz, o Uzo 8 Cêntimos, o Optimus Pop 8 Cêntimos e o 8 Cêntimos da Vodafone são actualmente os tarifários que permitem falar para todas as redes com o preço mais baixo: 0,08 euros por minuto. Já nos SMS, o Família da Phone-Ix apresenta o custo mais baixo: 0,05 euros para sms dentro da própria rede e 0,075 euros para todas as outras redes.

Com a chegada do Verão, é bom ter uma forma de podermos transportar e guardar todas as fotos e músicas que nos acompanham sempre que viajamos.
Foi com esse intuito que a Kingston lançou recentemente uma nova pen USB de 128 GB. O PPLWARE.COM teve o prazer de testá-la, venha conhecê-la…

A primeira impressão que tivemos é a de uma pen bastante resistente. Vem forrada com uma borracha preta e laranja que a dota de impermeabilidade a líquidos, areias ou mesmo riscos, o que a caracteriza como um aparelho bastante transportável.
É claro que toda esta resistência traz consequências, sendo neste caso o seu tamanho. Embora não seja demasiado grande, é um pouco maior do que as pens que já nos habituámos a ver. Para a ligar a um computador onde o espaço das portas usb é normalmente pequeno, é capaz de nos trazer alguns problemas.
A Kingston DTR500 vem no seguimento do lançamento de outras pens da mesma linha mas com capacidade de armazenamento inferior. Sendo assim, pode também encontrar de 16 GB, 32 GB e 64 GB.

Os 128 GB ainda estão a romper o mercado, o que traz consequências em termos de preços. Custando 254,93€, restringe alguns possíveis compradores, mas o seu espaço de armazenamento é realmente grande

 

Se procura uma maneira de levar os seus dados de forma segura, sem ter grandes preocupações de espaço livre e que seja bastante resistente, então esta pen é ideal para si. Os 128GB de espaço disponível são impressionantes para se transportarem numa pen.

Funcionalidades e Especificações da Kingston Data Traveler R500:

  • Número de Série: DTR500
  • Capacidade: 16GB/32GB/64GB/128GB
  • Velocidade anunciada: Leitura 30MB/s, escrita 20MB/s
  • Medidas: 70mm x 22.68mm x 12.40 mm
  • Resistente: Revestimento de borracha anti-choque, confere-lhe maior durabilidade
  • Temperatura de Funcionamento: De 0° a 60°C
  • Temperatura de Armazenamento: De -20° a 85°C
  • Ligação: Basta ligar a uma porta USB
  • Aspecto: Preta com laranja forte
  • Garantia: 5 anos
  • Compatibilidade de Sistemas: Windows® 7, Window Vista®, Windows XP (SP2, SP3), Windows 2000 (SP4), Mac OS X v.10.5.x+, Linux v2.6.x+
Publicado por: pedroms70 | Junho 4, 2011

ESPAÇO INTERNET DO CENTRO CULTURAL VILA FLOR

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